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Presidente do Atlético comenta parceria com Le Coq e fala sobre reforços para temporada

Por Redação , 16/05/2019 às 22:28
atualizado em: 17/05/2019 às 16:54

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Foto: Gabriel Rezende/Itatiaia
Gabriel Rezende/Itatiaia

Durante o lançamento da coleção 2019 do Atlético, realizado na noite desta quinta-feira em um evento fechado para convidados no Ponteio Lar Shopping, o presidente Sérgio Sette Câmara comentou sobre a pressão da torcida e os maus resultados na temporada.    

Eliminado precocemente da Copa Libertadores, o Atlético começou bem o Campeonato Brasileiro, com três vitórias consecutivas sobre times considerados tecnicamente inferiores, mas vem de derrota para o Palmeiras, no Mineirão. Já na estreia na Copa do Brasil, contra o Santos, empatou por 0 a 0 nessa quarta-feira (15), no Independência, pelo duelo de ida das oitavas de final.

"A torcida fica chateada, muitas vezes, porque os resultados não acontecem. Mas o trabalho que estamos fazendo vai render frutos. Nós estamos pensando em um Atlético no futuro. Encontrar o equilíbrio entre um time de qualidade e as contas em dia não é fácil", destacou.

Alvo de críticas por parte da torcida, o presidente afirmou que reforços devem chegar na janela do meio do ano. No entanto, o mandatário não abandonou a política de austeridade. "Nós temos que entender que estamos em uma situação diferente no Brasil. Não existe irresponsabilidade. Não temos que montar times sem o recurso necessário para isso, nós temos que encontrar formas de reforçar o time. Estamos procurando fazer isso com muita responsabilidade. Acredito que no meio do ano vamos conseguir trazer alguns reforços e o Atlético vai brigar por coisas grandes ainda neste ano", ressaltou.

Le Coq

Sobre a nova fornecedora de material esportivo, Sette Câmara disse que o contrato com a empresa francesa Le Coq é um sonho antigo e destacou que a parceria vai além da linha esportiva.

"Antigamente era feito de uma forma que os fornecedores entravam com uma parcela em dinheiro e mais todo o material. Isso mudou com a necessidade de se readequar em um cenário econômico do Brasil. Quanto mais vendermos produtos Le Coq, qualquer tipo de produto, uma parte vem para o Atlético", explicou. Desta forma, o Atlético terá retorno tanto dos produtos dele assinados quanto de quaisquer outros que a empresa francesa vender no Brasil.

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