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Após início de ano fulminante, Ricardo Oliveira completa quatro jogos sem marcar gol

Por Redação, 13/03/2019 às 19:50
atualizado em: 14/03/2019 às 10:49

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Foto: Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

Em situação complicada no Grupo E da Copa Libertadores, após perder as duas primeiras partidas, o Atlético convive também com a ‘seca’ de gols do seu centroavante. Após marcar nove gols em cinco jogos no começo da temporada, Ricardo Oliveira já não balança as redes há quatro duelos.

A última vez em que o atacante comemorou um gol foi na vitória por 3 a 2 sobre o Danubio-URU, dia 12 de fevereiro, no Independência, pelo duelo de volta da segunda fase preliminar da Copa Libertadores. Na ocasião, Ricardo Oliveira marcou duas vezes.

Desde então, foram quatro jogos sem branco: Defensor (vitória por 2 a 0, no Uruguai, e empate em 0 a 0, em Belo Horizonte), Cerro Porteño (derrota por 1 a 0, em BH) e Nacional-URU (derrota por 1 a 0, em Montevidéu).

Mas o problema não está somente em Ricardo Oliveira. O Atlético não marca gols há três jogos na Libertadores. Curiosamente, a crise no sistema ofensivo alvinegro teve início no empate em 0 a 0 com o Defensor, no Horto, pelo duelo de volta pela segunda fase da Libertadores, após a mudança no esquema tático feita pelo técnico Levir Culpi, que sacou o atacante colombiano Chará para a inclusão de mais um volante no meio-campo.

Na sequência, o time perdeu para o Cerro Porteño-PAR, no Independência, e Nacional-URU, em Montevidéu. “Eu não sou de dar desculpas para não fazer os gols. Coincidência ou não, a gente não está conseguindo criar as oportunidades que vinha criando quando o Chará estava jogando”, declarou Ricardo Oliveira.

“Nós entendemos que coletivamente não está legal. Nesses três últimos jogos na Libertadores não conseguimos fazer o jogo que vínhamos fazendo. A gente tem essa consciência, temos que fazer autocrítica”, completou.

Ricardo Oliveira evitou culpar a mudança no esquema tático pela falta de gols e pediu mais tempo para o time se adaptar à alteração. “Mas não posso culpar o sistema. Quando o time joga muitas vezes junto, a tendência é que as coisas fluam e cada um entenda a melhor forma de jogar. Quando se tem mudança, obviamente também se precisa de tempo para o jogador que entrou na nova posição”, finalizou.

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